sexta-feira, dezembro 19, 2008

Retransmissão de notícias urgentes sobre libertação dos 5 Patriotas Cubanos

Recebi por e-mail, do Max Altman, Presidente do Comitê Brasileiro dos 5 patriotas, notícias importantíssimas divulgadas hoje, no início da noite, pelas agências Reuters, AP, AFP e Globo Internacional.
Notícias que redobram nossas esperanças e renovam nossas forças para continuar na luta... até a vitória, sempre!!!
O caminho está aberto às negociações. Nosso papel é dar suporte humanitário e apoiar as negociações.
Garantir que de fato aconteçam. Obama sabe que o mundo inteiro luta há 10 anos pela libertação dos 5.
Sabe que desejamos uma negociação tranquila e breve que resulte na libertação imediata dos 5 patriotas!
Venceremos!!!

"Vamos mandá-los com família e tudo. Devolvam-nos nossos cinco heróis. Esse é um gesto de ambas as partes" 

  Raúl Castro, Presidente de Cuba - 18/12/2008 às 19h35

  

"Há muito tempo pedimos a Cuba que liberte os presos políticos, e agora recomendamos que isso seja feito imediatamente"

   Departamento de Estado Americano  - 18/12/2008 às 20h39

 

"Luchar contra lo imposible y vencer!"

  Fidel Castro Ruz

Lilian Vaz

lilian.vaz.iu@gmail.com

izquierda.unida.br@gmail.com

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11 8181-1760

 


Reuters/Brasil Online  

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/12/18/raul-castro-propoe-troca-de-prisioneiros-para-dialogo-com-os-eua-587359849.asp

Raúl Castro propõe troca de prisioneiros para diálogo com os EUA

Plantão | Publicada em 18/12/2008 às 19h35m - Por Raymond Colitt

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente de Cuba, Raúl Castro, propôs na quinta-feira uma troca de prisioneiros com os Estados Unidos, como gesto de boa-vontade para abrir caminho para um diálogo com o futuro governo norte-americano de Barack Obama.

A sugestão para que dissidentes políticos presos na ilha sejam trocados por cinco cubanos condenados por espionagem nos EUA é a proposta mais específica já feita para a melhoria das relações bilaterais desde que Obama foi eleito, em novembro.

As declarações de Raúl devem alimentar a expectativa na América Latina de que o governo Obama, que toma posse em 20 de janeiro, promova uma aproximação com Havana.

O futuro presidente já se comprometeu a eliminar restrições a viagens e remessas de divisas de cubano-americanos para a ilha, mas diz que só vai suspender o embargo econômico, em vigor há 46 anos, quando o regime comunista libertar todos os presos políticos e permitir eleições livres.

Durante visita a Brasília, em sua primeira viagem oficial ao exterior desde que assumiu formalmente a presidência, em fevereiro, Raúl sugeriu que Cuba e EUA façam "gesto e (reciprocamente outro) gesto".

"Esses prisioneiros de que se fala, querem soltá-los? Que nos digam amanhã. Vamos mandá-los com família e tudo. Devolvam-nos nossos cinco heróis. Esse é um gesto de ambas as partes", disse ele, referindo-se aos agentes que, segundo Havana, foram presos quando espionavam grupos de dissidentes que planejavam atentados na ilha.

Em junho, uma corte norte-americana manteve a condenação aos cinco cubanos, mas abriu a possibilidade de redução de penas para três deles.

Na terça-feira, durante a cúpula da América Latina e do Caribe na Costa do Sauípe (BA), 33 países latino-americanos pediram que Obama suspenda as medidas contra o regime comunista. "Não é Cuba quem tem de pedir o fim do embargo", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"É fundamental que tenha fim esse embargo, que não tem sustentação política, ética e moral", afirmou Lula, em discurso, antes de almoço oferecido ao presidente de Cuba, Raúl Castro, no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

Obama ainda não comentou as recentes declarações de Raúl e de seu irmão, o ex-presidente Fidel, sinalizando uma disposição de conversar com o futuro governo.

Raúl disse estar disposto a encontrar Obama onde for, desde que os EUA não coloquem "uma sombra sobre a nossa soberania".

O presidente cubano, que demonstrou irritação com uma pergunta sobre dissidentes em Cuba, está no último dia da sua primeira viagem ao exterior como chefe de Estado.

Ele tem buscado uma aproximação com Rússia e China, com os quais tem em comum a rivalidade em relação a Washington, e agora busca tirar partido da intenção brasileira de ampliar o comércio com Cuba, especialmente no seu ainda incipiente setor petrolífero.

"Todos queremos que Cuba se torne auto-suficiente em energia", disse Lula em almoço com a delegação cubana.


O GloboAgências internacionais

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/12/18/eua-cobram-soltura-de-dissidentes-cubanos-apos-declaracao-de-raul-castro-587361849.asp

EUA cobram soltura de dissidentes cubanos após declaração de Raúl Castro

Publicada em 18/12/2008 às 20h39m

Raúl Castro e Lula antes do almoço no Palácio do Itamaraty, em Brasília - Reuters 

WASHIGNTON - Os Estados Unidos aconselharam Cuba a libertar "imediatamente" os dissidentes políticos presos na ilha, sem fazer exigência alguma, em referência à troca que o presidente cubano, Raúl Castro, propôs na quinta-feira , quando disse que trocaria os presos de consciência do país pelos cinco agentes de seu Governo mantidos em centros de detenção americanos. A afirmação do líder cubano foi feita durante um encontro bilateral com o presidente Lula, no qual Castro criticou a União Européia e elogiou a amizade entre o Brasil e o país caribenho. Ele foi recebido por Lula no final da rampa que dá acesso ao Palácio do Planalto.

- Há muito tempo pedimos a Cuba que liberte os presos políticos, e agora recomendamos que isso seja feito imediatamente - disse Heidi Bronke, porta-voz do escritório para a América Latina do Departamento de Estado americano.

Para a Casa Branca, a libertação dos dissidentes cubanos não deve estar condicionada à dos cinco agentes do serviço secreto de Cuba, já que, segundo Bronke, os presos políticos são "retidos contra sua vontade por se expressarem livremente", ao passo que os espiões da ilha caribenha "foram julgados e condenados" pela Justiça.

Castro fez a oferta mais específica desde eleição de Obama.

À tarde, Castro fez a oferta mais específica de Cuba para estimular a aproximação com Washington desde a eleição de Obama, em 4 de novembro.

- Vamos fazer gesto e gesto - disse Raúl a jornalistas.

- Esses prisioneiros que se fala, querem soltá-los? Que nos digam amanhã. Vamos mandá-los com família e tudo. Devolvam-nos nossos cinco heróis. Esse é um gesto de ambas as partes.

O presidente cubano se referia a cinco cidadãos cubanos - Gerardo Hernández, René González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino e Fernando González -, tratados como heróis nacionais na ilha, que foram condenados nos Estados Unidos por acusações de espionagem. Em junho, a Justiça americana manteve as condenações, mas abriu a perspectiva de redução das penas para três deles.

Cuba já admitiu que os chamados "cinco heróis" eram agentes do Governo, mas sempre alegou que eles atuavam para impedir atos terroristas contra a ilha e que nunca representaram uma ameaça para a segurança dos EUA.

Na terça-feira, durante a cúpula da América Latina e do Caribe na Costa do Sauípe (BA), 33 países latino-americanos pediram que Obama suspenda as medidas contra o regime comunista. "Não é Cuba quem tem de pedir o fim do embargo", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

- É fundamental que tenha fim esse embargo, que não tem sustentação política, ética e moral - afirmou Lula, em discurso, antes de almoço oferecido ao presidente de Cuba.

Obama ainda não comentou as recentes declarações de Raúl e de seu irmão, o ex-presidente Fidel, sinalizando uma disposição de conversar com o futuro governo. Raúl disse estar disposto a encontrar Obama onde for, desde que os EUA não coloquem "uma sombra sobre a nossa soberania".

O presidente cubano, que demonstrou irritação com uma pergunta sobre dissidentes em Cuba, está no último dia da sua primeira viagem ao exterior como chefe de Estado.

Ele tem buscado uma aproximação com Rússia e China, com os quais tem em comum a rivalidade em relação a Washington, e agora busca tirar partido da intenção brasileira de ampliar o comércio com Cuba, especialmente no seu ainda incipiente setor petrolífero.

- Todos queremos que Cuba se torne auto-suficiente em energia - disse Lula em almoço com a delegação cubana.


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